The Vampire Diaries 3x12 - The Ties That Bind


Bom e bem mais empolgante!

Apesar do episódio dessa semana ter se centrado em sua maior parte em Bonnie, que convenhamos, não é uma das melhores personagens, ele foi bom. E não só digo que foi bom, digo que foi ótimo, pois voltamos à fórmula tradicional de TVD, que é causar impacto a cada cena e ainda nos proporcionar um ótimo cliffhanger ao final do episódio.

A busca de Bonnie pela mãe que a abandonou quando pequena e todo o aprofundamento dessa história me pareceu um tanto quanto desnecessária, mesmo que o objetivo maior disso seja ajudar a abrir o caixão misterioso. Com o decorrer dos fatos a introdução de Abby acabou por ser interessante, mas por causa do que pode vir pela frente. Essa história de não saberem o quem ou que há dentro do quarto caixão está me deixando muito intrigado. Isso só mostra o quanto os roteiristas e produtores de TVD são espertos e eficientes em entreter e deixar o público curioso com cada situação inserida dentro da série.

Muitos devem lembrar que eu reclamei da morte prematura de Mikael. O papai original em minha humilde opinião tinha muito que render dentro da série, ainda mais pelo grande destaque e a grande expectativa que teve pela sua aparição. Infelizmente ele se foi e achei que ia demorar até vermos de novo um grande mistério ou outra grande expectativa em relação há alguma coisa, mas felizmente eles colocaram esse plot.

Stefan dessa vez mostrou que ainda está apaixonado por Elena. Mesmo com todo o jeito bad guy a única coisa que  mexeu de verdade com o vampiro foi saber que o irmão beijou sua mulher amada.

Já Damon continua com a mesma canalhice de sempre e vamos falar a verdade, Stefan pode se esforçar muito, mais nunca vai conseguir ter a esperteza do irmão. Teria alguma coisa nessa altura do campeonato  melhor que Elijah ressurgindo dessa forma, arrancando corações de híbridos? Tudo graças a Damon que retirou a estaca antes que Klaus se apoderasse novamente dos caixões.

Por falar em Klaus, alguém também está achando suas atitudes um tanto quando passivas demais. Stefan estava pintando e bordando no joguinho de intrigas e ele estava lá todo tranqüilo, mesmo depois de ter cedido às chantagens e mandado todos os seus híbridos pra fora da cidade. Juro que teve uma hora em que fiquei do lado do “Team Klaus” por achar tão irritante aquele joguinho idiota de Stefan.

Outro grande destaque do episódio foi a história de Tyler que foi procurar ajuda ao pai de Caroline para poder controlar seus instintos híbridos e não ter que dever lealdade a Klaus. O único problema é que pra isso Tyler terá que se transformar novamente em lobisomem, passando por toda a dolorida transformação. Ok, eu confesso que não é um dos melhores plotes envolvendo Caroline, que obviamente merece muito mais que isso, mas ainda é alguma coisa e enquanto aguardamos o possível envolvimento entre Klaus e ela, coisa que pode render muito mais, nos contentamos com isso.

Ainda tivemos o envolvimento de Alaric com Meredith, a médica provou ser mesmo uma psicopata bem no estilo Nany Carrie de One Tree Hill quando dopou Damon com verbana e tirou sangue dele, tudo pra poder evitar a morte de seus pacientes. Foi uma desculpa muito esfarrapada. A verdade é que ainda acho Meredith muito misteriosa e tenho certeza que ela ainda está escondo algo maior, resta saber o que é e se isso vai ser amarrado na trama central ou se vai ser só uma trama aleatória pra preencher tempo na série.

PS: Alguém sentiu falta de Jeremy ou Matt? #Not
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About Wellington Laurindo

Não vive sem música e tem em sua mente uma trilha para cada momento/ período de sua vida. Na vida de seriemaníaco há uns cinco ou seis anos, mas com um background de seriados clássicos desde sua infância. Está deixando a vida ditar por si própria os caminhos que deve seguir e esperando que isso venha dar certo. (@Wellington_Ign)
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