Touch 1x01 - Pilot / 1x02 - 1 + 1 = 3



Há um antigo mito chinês sobre o Fio Vermelho do Destino. Diz que os deuses prendem um fio vermelho no tornozelo de cada um de nós e os conectam a todas as pessoas cujas vidas estamos destinadas a tocar...

Apresentamos o indestrutível Jack Bouer Martin Bohm (Kiefer Sutherland) em um piloto que talvez possa ser a melhor atuação de sua carreira. Pai solteiro de Jake (David Mazouz) uma criança autista que esta prestes a fazer seu primeiro contato com o mundo, só não esperávamos que fosse de uma forma tão incrível...

O que foi este piloto? A principio não colocava muita fé nesta série, confesso que depois de vários sucessos que já assisti atualmente não tenho tanta “esperança” quanto a novas séries e temporadas. Mas Touch me mostrou que estava errado.

A forma a qual o drama se desenvolve é incrível, o pequeno Jake realmente possui uma habilidade extraordinária e nem sequer possui uma habilidade mutante! Honestamente a forma a qual ele conduziu seu pai a intervir nos eventos que deveriam se tocar, como ele mesmo sugere foi incrível. Não ficava emocionado ao assistir uma série desde as consagradas Prison Break, Supernatural e outras...

Acredito que nem preciso falar sobre a precisão do Jake, até mesmo quando ele se vê forçado a intervir ele simplesmente sai caminhando e encontra seu objetivo a frente de todos. E o que é aquilo em um instante ele esta contando seus flocos de cereais no outro ele sumiu! Muito bom! Agora é aguardar o andamento da série e os chatos e incansáveis hiatus e ver qual será o fim do drama!

O personagem Martin Bohm também possui um desempenho excelente, a forma a qual ele segue as orientações de seu filho cegamente só mostra que ele esta disposto a ser a ferramenta de Jake na busca do equilíbrio. Agora é aguardar...




Após um piloto sensacional não esperava que um segundo episódio pudesse ser tão incrível quanto ele. Pois é fui surpreendido novamente. Desta fez Jake (David Mazouz) guia seu pai para uma série de eventos que estão prestes a acontecer para poupar a vida de alguém que não estava destinado a morrer daquela forma. E assim seguimos com a história.

Novamente pessoas de todos os locais do mundo estão ligadas pelo fio vermelho do destino e estão prestes a se tocarem. Uma aeromoça estressada, um indiano com complexo de inferioridade rejeitado pelo pai, um cachorro fujão, um homem fracassado com a vida arruinada quando se vê devendo dinheiro a um agiota que por acaso é um gangster russo e um velho que pretende acabar com sua vida de uma forma “acidental” para conseguir o dinheiro do seguro para sua filha. Como eles poderiam estar conectados, só mesmo o Jake para saber!

Pois é! Continuo a me surpreender com a série, embora sejam apenas dois episódios exibidos até o momento, já posso perceber que será uma temporada emocionante. Gosto da forma a qual o episódio te surpreende, eu não poderia imaginar que a fuga do cachorro levaria a filha do velho até ele no memento em que ele tentaria tirar sua própria vida. Realmente incrível. Mas neste episódio o Jake já deixou algumas pontas soltas. E aquela pintura da mão na porta, a qual foi apagada no fim do episódio. Qual foi o propósito dela? E quanto ao ganhador da loteria do episódio piloto, ele desistiu de doar uma generosa quantia para o Martin, seria de grande ajuda. Isso facilitaria o financiamento dele nas investidas atrás das mensagens do Jake, já que trabalhar para sustentá-lo exige muito do seu tempo. É algo para se pensar...

Agora vem a parte chata. Um gangster não pode deixar de ser um gangster só porque seu filho pensa que ele é uma pessoa boa. Não dizem por ai que o mal nunca morre! Pois é, esta questão poderia ter sido mais trabalhada. Mas ainda assim não tiro o mérito deste episódio a série continua bastante promissora e continuaremos a acompanhar para ver o desenrolar do drama.
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