Freaks Watch On - O que eu assisto!

E chegou a minha vez de participar do Freaks Watch On. Fácil não foi, já que é difícil comparar séries de gêneros diferentes. Mas, desafio aceito é desafio cumprido! Então, vamos ao que interessa.


Primeira série: The OC. Creio que essa foi a primeira de muita gente. Eu a conheci na época em que era transmitida pelo SBT aos domingos de manhã. Persisti assídua por uns seis meses, até que me cansei da série e das mudanças bruscas de horário que o SBT sempre teve, e também nunca mais a procurei para assistir. Curiosamente, The OC não foi a primeira série que baixei e com a qual iniciei minha watchlist. Pouco tempo depois, o SBT me apresentou Grey’s Anatomy e Cold Case, que foram as pioneiras da minha lista.



Melhor série: Will & Grace. Eu conheci W&G através de um vídeo no youtube de uma cena dos dois cantando e dramatizando uma música da década de 70 que eu havia ouvido em um episódio de House (eita vício, né! rsrsrs). A vontade de ver mais foi tanta que fui conhecer a tal série. Na semana seguinte já estava na metade da primeira temporada. Me apaixonei por Jack e seus ataques de bichices com Will e suas conversas hilárias com a bêbada (e desocupada) da Karen; Grace com suas caras e bocas impagáveis e Will tentando ser o único normal de todos. Will & Grace é uma obra-prima da TV e os vários Emmy’s e outros prêmios recebidos a consagrou como tal (Por quase todas as temporadas W&G foi a série de comédia que mais foi indicada ao Emmy, com 83 indicações, ganhando 16 deles). Por isso e muito mais, Will & Grace recebe, com toda a honra, meu título de melhor série.



Série preferida: Grey’s Anatomy. Grey’s é um típico drama com D maiúsculo. Costumo dizer que para eu considerar uma série como drama, ela tem que ser realista e mostrar a vida sem máscaras, promovendo uma reflexão sobre os acontecimentos das personagens que também nos faça refletir sobre algo em nossas vidas. Essa é Grey’s Anatomy. As reflexões, quase sempre acompanhadas por lágrimas e mais lágrimas (não sei como ainda não morri desidratada com GA), acabaram me ajudando a passar por momentos difíceis em minha vida. E mesmo tendo algumas temporadas ruins, Grey’s voltou com tudo nessa 8ª temporada e recebe, merecidamente, a posição de série favorita da minha watchlist.



Pior série: Off The Map. Série da produtora de Shonda Rhimes que todo mundo assistiu na esperança de que a série seria, pelo menos, metade da reputação de seus produtores. A única coisa boa que OTM nos deixou de bom foi Mamie Gummer (filha de ninguém mais, ninguém menos que Meryl Streep), que a Tia Shonda bem que poderia levar para o Seattle Grace Mercy West Hospital.



Quero voltar a assistir: Body of Proof. Quando assisti aos primeiros cinco episódios, tive a impressão de que a série estava muito crua, com atuações inconsistentes. Até a ótima Dana Delaney não estava no seu melhor. Não me empolguei muito e larguei. Recentemente, assisti ao penúltimo episódio da primeira temporada e me assustei. A série melhorou muito. As atuações ficaram mais consistentes e o texto, mais bem escrito. Espero conseguir voltar a assistí-la nessa mid-season.



Poderia virar filme: CHUCK. Essa é minha queridinha (junto com Will & Grace, claro!). É uma série leve, que também tem um bom drama e uma boa dose de ação. Chorei horrores durante os dois últimos episódios e minha reação imediata ao assisti-los foi de raiva. Raiva pela perda de memória de Sarah e do final inconclusivo. Passados alguns dias, minha reação passou a ser mais do tipo “Ok, ela perdeu a memória, mas como romântica irremediável que sou, acredito, sim, que aquele beijo mágico a fez retomar as lembranças do amor dos dois”. A questão está justamente aí. Aquele finale foi ótimo para um fim de série. Foi romanticamente mágico. Mas nós, Chuckers, precisamos de mais. Precisamos ver que todos os olhares trocados, lágrimas sofridas e ciúmes reais em namoros falsos tiveram seu valor. Precisamos ver que o casamento mais impedido e mais lindo EVER não foi em vão. E, apesar de saber que um filme de CHUCK é bem improvável de acontecer, eu sou Chucker de carteirinha e não desisto de sonhar.



Não quero que acabe nunca: Castle. Taí uma série gostosa de assistir. A química entre Nathan Fillion e Stana Katic é uma das melhores na TV americana atualmente. Isso sem falar no browmance entre Esposito e Ryan. É um show leve com toques de suspense, garantidos pelos casos episódicos, e drama, no caso do assassinato da mãe de Kate. O vai-e-vem romântico entre Kate e Rick deixa a série mais fofa ainda. Só espero que os produtores não nos deixem ansiosos com o casal por muito tempo (efeito Bones, anyone?)



Se minha vida fosse uma série, seria...: Uma mistura de Grey’s Anatomy com Private Practice. Grey’s é A série quando se trata de dramas fortes. E quem é que nunca se identificou com alguma reflexão da Mer sobre algo? Parece até que a Tia Shonda lê nossos pensamentos. Muitas e muitas vezes me vi interpretando algum problema meu ao ouvir uma frase no episódio. Private é uma série com dramas mais leves, já que a vida não é só composta por problemas difíceis. Private também mostra mais as amizades não somente com predominância no âmbito profissional, mas, também, fora dele com mais freqüência, o que é totalmente a minha cara.



Menções Honrosas:

                Damages: É aquela série que te deixa tenso ao decorrer das cenas. É do tipo jurídica, mas muito diferente das outras séries do gênero, e muito melhor também. Glenn Close magnífica como Patty Hewes e Rose Byrne ótima na pele de Ellen Parsons dão um show de atuação. A estranha e disfuncional relação entre Patty e Ellen vai sendo brilhantemente modificada ao longo das temporadas. Recomendo fortemente a série a todos os freaks.



                Cold Case: Cold Case era (e ainda é) A série de drama policial. A série girava em torno de casos antigos que não haviam sido solucionados e foram arquivados. O grande diferencial da série eram os flashbacks mostrando a vítima em momentos anteriores à sua morte. A caracterização das personagens com roupas de época e aparência mais jovem era perfeita. Quanto mais antigo o crime, mais interessante era a caracterização e a investigação. Kathryn Morris, sempre ótima, era Lily Rush, a detetive com mãe e irmã problemáticas; e Danny Pino fazia o fofo do Scotty Valens, parceiro de Lily. Além de tudo isso, Cold Case tinha uma trilha sonora mais que perfeita. Seu cancelamento deixou órfãos mais de 10 milhões de fãs (de seus 156 episódios, distribuídos em sete temporadas, CC só teve 16 episódios com menos de 10 milhões de espectadores) . É com muita honra que recomendo e menciono Cold Case nesta lista.



E então, pessoal, o que acharam da minha pequena lista de séries? Não deixem de comentar e compartilhar sua opinião com a gente!
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