Fringe 4x15/16 - A Short Story About Love/ Nothing As It Seems


Aonde existe amor, não há explicação científica.

Fringe arriscou ao desvendar o maior mistério que tem nos deixado intrigados desde o início dessa temporada. Pra mim foi meio que um banho de água fria descobrir que Peter está em sua timeline desde sempre e que não se sabe como ele conseguiu voltar depois de ter sido apagado. A explicação de September foi que não há explicação científica pra isso e que talvez tenha sido o amor que fez com que ele voltasse.

Sinceramente, achei a forma mais preguiçosa de resolverem as coisas. Eu mesmo consigo imaginar várias outras formas de explicar esses mistérios de forma diferente, até mesmo aproveitando o elemento amor.
O caso do episódio cientificamente falando foi até interessante, mas foi tão aleatório da trama principal que não me empolguei nem um pouco.

 Assim como não me empolguei com Olívia abrindo mão de suas memórias pra viver com as que ela viveu junto de Peter. Também achei outra forma preguiçosa de resolver essa situação. Será que a barreira que impedia Peter e Olívia de ficarem juntos era tão grande que precisaram chegar a esse ponto ou é medo do cancelamento? Tá certo que não víamos a hora do casal ficar junto, mas a coisa acaba perdendo um pouco a graça e a emoção quando é feita de qualquer maneira.

O interessante é que se em uma semana a série coloca o amor como fator principal dos acontecimentos mais importantes na outra as explicações e os casos científicos abordados são mais do que interessantes, contendo uma grande ligação com coisas da primeira temporada da série.

O caso do porco espinho gigante ocorrido antes no episódio 1x13 The Transformation teve uma ótima continuidade. O fato de David Robert Jones estar por trás dessa e de outras bizarras experiências abre um leque para uma trama bem mais ampla. Adoro a parte bizarra onde aparece um navio cheio de criaturas estranhas e o fato de todos os voluntários pra esses tipos de experiências serem de uma seita onde acreditam na evolução da raça humana.


Se Fringe seguir explorando cada vez mais o que Jones está pretendendo, com certeza teremos muito pano pra manga.


Os Glyph Codes das ultimas duas semanas são: QUILL E FUTURE.  QUILL significa franzir, dobrar ou aquelas penas usadas como caneta. Não sei absolutamente nada em que possa ter relação com a trama. Com certeza será uma dessas coisas mais complexas que existem em Fringe e que será explicado bem adiante. Já com a palavra FUTURE podemos imaginar milhares de ligações, principalmente com os planos de Jones para o futuro da humanidade.
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About Wellington Laurindo

Não vive sem música e tem em sua mente uma trilha para cada momento/ período de sua vida. Na vida de seriemaníaco há uns cinco ou seis anos, mas com um background de seriados clássicos desde sua infância. Está deixando a vida ditar por si própria os caminhos que deve seguir e esperando que isso venha dar certo. (@Wellington_Ign)
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