Flashpoint 5x05 - Sons of the Father



Quando Flashpoint encontra Criminal Minds!

Me corrijam se eu estiver errada porque a tempos não revejo os episódios mais antigos da série e pesquisei e não encontrei nada, mas esse foi o primeiro episódio que o Team One teve que lidar com a captura de um serial killer de verdade. É quando eu afirmo pela milésima vez que não tem limites para a criatividade e a qualidade dessa produção.

Quando uma enfermeira é sequestrada no estacionamento de um hospital nossa equipe é chamada até descobrir que o crime tinha um padrão que já vinha sendo observado pela Homicídios e que esse poderia se tratar do terceiro caso de um, agora consumado, serial killer. Só eu achei muito estranho na hora que o namorado perde a cabeça durante a perseguição e enfrenta o bandido, o fato dele ser esfaqueado e ninguém na rua se movimentar pra ajudar? Por favor gente, o cara tinha uma faca e não uma arma pra sair matando todo mundo ao redor.

Apesar de achar super estranho o fato de que só um policial responsável da Homicídios se envolver no caso foi muito legal ver esse lado da SRU com eles sendo capazes de fazer o profile do suspeito e aos poucos irem traçando os planos para conseguir chegar até ele antes que fosse tarde demais para vítima. E tenho que dizer que o Colin foi um dos assassinos mais espertos que eles já enfrentaram, sempre que a gente pensava que estavam perto de capturá-lo, era apenas uma parte do seu plano pra desviar a policia do caminho certo. Porque sério, quão inteligente ele teve que ser para deixar a chave do irmão de proposito, levar o time a um apartamento com fotos das vítimas anteriores só pra ter um bomba esperando por eles lá?

E não só isso, ele foi também umas das histórias de serial killer mais complexas e tristes que eu já vi na ficção e embora o que aconteceu no passado não justifique seus atos (como bem disse o irmão) é sempre mais difícil ver esses que matam pelas "circunstâncias da vida" e que apesar de tudo sofrem também ao se dar conta de tudo que estão fazendo. Mas pena eu senti mesmo do Allan, o filho mais novo, que reviveu todos os detalhes do seu trauma de infância devido ao seu irmão que seguiu os passos do pai e matava jovens mulheres que lembravam sua mãe a fim de dar a elas paz. Aos menos ele foi capaz de ver um último ato de bondade do irmão antes do suicídio ao dizer a localidade da moça e tornar possível o salvamento dela.

Paralelo a isso ainda tivemos o retorno do caso da premiere, quando a mãe da menina que o Ed tirou a vida retorna afim de dizer a ele que ela o perdoava. Ele ficou relutante o tempo inteiro sobre esse encontro e eu o entendo. No fundo ele quer manter o pensamento de que fez o que tinha que ser feito, o que era certo, o que era segundo as regras (e não discordamos) mas isso não quer dizer que ele consiga se livrar do sentimento de culpa que é tirar a vida de uma jovem que não merecia morrer daquele jeito e, de certa forma aceitar o perdão dessa mãe é aceitar lidar abertamente com essa culpa.  

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About Rebeca Barros

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