The Good Wife 4x04 - Don't Haze Me, Bro


- I could kiss you.
- Well, that would give them something to write about.


Como é bom ver o Eli de volta no que ele é melhor, aprecio tudo que os roteiristas criaram pra manter o personagem na série na temporada passada e tivemos sim bons momentos com ele e Alicia e até com a Kalinda mas ser administrador de crises não está com nada quando ele é bom mesmo nisso de gerenciar campanhas politicas. A dupla que ele faz com a Alicia é sempre excelente e nesse episódio conseguiu ser ainda melhor, seja nos dois juntos contra a revista que queria publicar o escândalo falso sobre o Peter ou seja com ele pedindo mil favores para ela.

Mas eu amei mesmo foi o jeito 'carinhoso' com que ele lida com a Jackie, sim, o terror das noras e aparentemente das campanhas politicas está de volta e voltou mais inconveniente do que nunca. E ainda voltou do conserto com um pequeno defeito, hein? Agora passou a ver besouros por todos os lugares. Se ela teoricamente sã já fazia a vida de todos um inferno, imagina meio doida? Mal posso esperar pra ver os efeitos reais desse retorno.

Ainda falta saber quem mais está por trás dessa história do Peter com a menina da campanha porque só ideia da revista não foi e só ideia da tal menina obviamente também não, porque nunca vi contar história tão cheia de furo assim. Se for pra sacanear a campanha dos outros que o façam direito, se bem que verdade ou não a história "vazou" pra um blog e a gente sabe que se tratando de disputa politica a popularização de um boato é crucial nos votos, não importando a procedência da história. Resumindo, ferrou-se Eli.

Parece que constatar visualmente a perda do 27º andar fez a Diane voltar a ficar on fire e o caso da semana foi excelente pra demonstrar esse lado persistente dela. Um caso bem interessante e que daria o que falar aqui no Brasil, Lockhart/Gardner processava uma universidade pela morte de uns dos calouros durante um tipo de trote. O mais legal de tudo foi ver todas as cartadas do advogado de defesa (John Glover - Smalville) em querer desviar o foco de volta ao culpado pelo assassinato (já condenado e preso), o cara foi de crime de ódio pela vítima ser gay, depois pela vítima ser afeminada e poder despertar nos outros a impressão de que era gay, até ao fato dele ser negro e ser tratar de um crime racial. 

O melhor de tudo foi ver que o tiro saiu pela culatra, Diane e Alicia puderam alegar que a universidade sabia da rixa que havia entre duas fraternidades negras distintas da universidade a qual pertenciam a vítima e o culpado. Divertido demais ver também os dois lados falando sobre pessoas afeminadas ou gays que se casam com mulheres na frente do juiz tentando não ofendê-lo ou transparecer que notaram o "jeitinho" dele.

Já que Diane sou-poderosa-abriremos-filiais-em-todos-os-lugares-e-acabaremos-até-com-a-empresa-do-J.Fox não quis abrir mão dos escritórios dela e de Will, e bom, depois de ter conseguido um acordo de 6 milhões ela poderia ser dar a esse luxo, sobrou pra Alicia e Cary dividirem o espaço e que zona ficou aquilo ali. Lado bom é que isso vai "forçar" os dois a trabalharem juntos nem que seja apenas pra dar dicas um no caso do outro, como inclusive ele fez, sendo crucial pra resolver o caso contra a universidade.

P.S - Coisa boa darem um tempo na história do marido da Kalinda.

P.S² - E afinal, qual é a da Maddie mesmo?
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About Rebeca Barros

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