The Good Wife 4x06/07 - The Art of War/Anatomy of a Joke



Máscaras caindo. Coldplay. Brasil. E muita informação pra apenas dois episódios.


Sabe o que eu vinha dizendo de que a série não estava como antes e todo blá, blá, blá mais? Esqueçam. A velha TGW ainda vive, intercalando advogacia, falência, política, crises, ligações pessoais e jogadas, muitas jogadas.
Maddie Hayward finalmente mostrou a que veio e QUE BANDIDA. Eu ainda caí na conversa de que ela realmente tinha se aproximado da Alicia inocentemente e que os acontecimentos foram apenas circunstanciais mas não, eis que descobrimos que desde o início era tudo encenação e uma tentativa de derrubar o Peter na luta pela representação democrata ao governo. Ardilosa demais, e eu super concordo com o Florrick, os hipócritas são os piores porque mentem em uma proporção imensa e não se dão conta disso. Mas eu adorei porque é um empecilho a mais antes de chegarmos ao Kresteva (vem, Matthew Perry!) e me julguem mas eu já cedi e estou realmente gostando da reaproximação do Peter com a Alicia. O que uma apunhalada de leve de uma provável amiga e o rumor de um simbolo com a cara do Brasil no genital do seu ex-marido não fazem, né? (Notaram como estamos bem representados lá no EUA? #ironic).

Falando em amizades, o caso do sexto episódio trouxe de volta o ambiente militar, com a juíza Leora Kuhn confiando e indicando a Alicia num caso civil que envolvia a tentativa de estupro da capitã Laura Hellinger. Eu adoro esses casos que eles dão jeitinho por fora pra contornar e tentar fazer a situação voltar ao controle e a juíza mandou super bem trazendo o sargento do Afeganistão com uma desculpa inútil só pra ele poder ser usado no caso, uma pena que no final de tudo o culpado ainda tenha escapado ileso. E quem diria que teríamos a Laura de volta logo no episódio seguinte? Gostei bastante da amizade que estão desenvolvendo entre ela e Alicia e espero boas coisas dela passando a fixa (?) e trabalhando com o Peter, quem não curtiu muito isso foi a Geneva.

Já o caso do episódio 7 teve como cliente a versão feminina e americana do Rafinha Bastos e eu gostei de ver a série relatando esse lado dos limites de conteúdo dos canais abertos e da chatice que é quase sempre a associação de pais lá dos EUA. Sério mesmo que não pode se falar "tetas" na tv aberta? Quanta ironia!


O melhor de tudo foi que enfim me ouviram e passaram a dar destaque mais ao Cary. Primeiro, com Diane pedindo pra ele investigar a agressividade repentina do Sr. Clarke, e eu dei muita risada pelo motivo ser a leitura da biografia do Steve Jobs (relaxa, que passa!) e depois, com a gente conhecendo um pouco mais da vida pessoal dele e de quanto fdp é seu pai. Eu aqui também pensando que o velho ia dizer que tinha um câncer terminal e tudo isso mas não, só queria ajuda do filho que ele expulsou de casa e nem procurou saber notícias. Mas estou com a Alicia e foi bom ver o lado família do Cary assim como foi bom ver os dois formando essa duplinha amiga de advogados. Bonitinhos, não?

Mas eis que as leituras sobre o grande nome por trás da Apple fizeram foi o Sr. Clarke bancar o esperto e já sondar compradores para a Lockhart/Gardner, além claro de ter deposto o Eli do seu escritório (o que eu achei justo). A frase do Preston foi perfeita pra definir o ambiente dessa empresa, o povo prefere mais intriga do que dinheiro e é óbvio que eles não iam apenas sentar e esperar serem vendidos, e usaram quem pra contornar a situação? David Lee. As vezes tenho vontade que ele fosse mais regular de tanto que gosto de ver a ironia e cara de desprezo dele em ação.

Eli estava demais também, sacaneando lindamente a repórter que surgiu com a história do envolvimento do Peter com a funcionária da campanha e fazendo tudo parecer uma vingança pessoal. E tem ainda a grande dúvida sobre a investigação da Lana, o FBI está investigando quem, afinal? Kalinda ou ele? Minhas apostas são a Kalinda mesmo, até porque pra quem disse que a temporada seria de revelações sobre a personagem a história está demorando demais pra andar. O marido ainda não disse pra quê veio e eu já enjoei desse mimimi de "ele é perigoso mas eu gosto/não gosto de ficar perto dele", ainda assim, digno a Alicia chegar pra ela e dizer que o Nick só teria uma chance de ficar em Chicago se ela como advogada quisesse, ou seja, deixou a escolha por conta da Kalinda. Legal ver a amizade delas retornando.

Observações Finais :

- Christina Ricci morra por falar mal do Coldplay. HAHA!

- Risada gostosa de ouvir da Alicia no final do sétimo episódio.

- Novo enfermeiro da Jack? MEU ÍDOLO!
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About Rebeca Barros

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