Switched at Birth 2x02 - The Awakening Conscience

"yaya" - e uma Bay 'serial killer'...

"The Awakening Conscience" é literal. Buckner e o fardamento escolar são história antiga. O Vasquez começa a falar mais alto. Questionamentos sobre sorte, passado, mudança; aceitação. Tudo isso carrega o capítulo de SaB, sem deixar falar sensibilidade e muita verdade naquilo que nos apresenta. 


Mais um Bay Drama à vista. Poderíamos pensar que os riquinhos privilegiados eram ruins de conviver mas,  em Carlton, a maioria se torna minoria. O Programa Piloto para ouvintes numa escola de surdos é uma boa ideia, porém difícil. Bay não compreende a maioria dos sinais nem acompanha o ritmo das aulas, pra complicar tudo, tem aquela Pocahontas metida a bitch... preguiça dessa menina! Tudo bem que  o discurso final dela contém um pouco de razão - ao passo que pessoas com deficiência precisam sempre ser inseridas no convívio social e, quando tem algo exclusivo para si, a resistência pra inserir o 'diferente' é maior - mas nada justifica não se permitir conhecer o outro. No meio disso tudo tem Teo, o outro ouvinte que conhecemos semana passada e que tem sido o apoio que ela precisa. Será que surgirá algo além da amizade? E Ebay, como fica no meio desse fogo cruzado?

Fora dos dramas escolares, Daphne coloca em prática seu pequeno negócio com o Food Truck, servindo Tacos. Ela começa no lava-rápido do pai, mas tem necessidade de voltar a East Riverside; rivalizando com aqueles que costumava ter como vizinhos. Apesar de ter sido aconselhada por John a elevar os preços, ela decide que precisa fazer algo pelo antigo bairro marcado por falências múltiplas e uma condição instável de vida - fazendo um paralelo com o estilo de vida que possui hoje - e, a melhor maneira que encontra, é com a oferta "Pague o que você pode". Achei admirável, mas, como acontece com a irmã, as pessoas não têm a amabilidade suficiente, a começar por Javi, porque culpar o caminhão da Daph por 'destruir' o negócio local de sua família, a ponto de sabotá-la é algo deprimente, pra não dizer coisa pior. Coisa de um 'yaya'. 

O que poderia ser um grande #BOOM nos capítulos seguintes, foi revelado logo nos 10 minutos iniciais. Angelo conta pra Gina sobre ser pai novamente e, acredito eu, que ele já tenha essa confirmação pra ter sido tão verdadeiro em 6 meses e meio de gestação. Ela, por sua vez, leva o restante do tempo pra processar essa informação, sentindo-se, novamente, usada por ele. Coitada! Imagino quão difícil seja você estar pensando em construir um futuro com alguém e, de repente, o passado dessa pessoa ser mais presente que nunca, responder pelo nome de 'bebê não planejado'. A cena no elevador entre Regina e 'the new mom'  só deixou claro que não estamos conhecendo uma vilã, mas também não revela muita coisa. Estou intrigada, preciso de mais informações e sim, REGINA, ESTOU DO SEU LADO!

Pensem rápido: quem é Toby no jogo do bicho pra julgar alguém? Aquele que fez identidades falsas? Aquele que vendeu provas? Aquele viciado em poker e que perdeu todo o seu dinheiro em jogos? Senhor certinho, né? Não entendo essa necessidade de querer que o outro seja perfeito ou pior, de achar que as pessoas não podem mudar. Nikki pode ter sido mais 'selvagem', mas foi a maneira que ela encontrou pra lidar com a morte do pai e isso, meus caros, não muda o fato de quem ela é hoje. Não diminui sua crença nem a torna pior; a torna humana. GROW UP, TOBY! Os Clinton Kennish estiveram apagadinhos neste episódio, mas a campanha pra Senador está mais que oficializada e ver a Katryn cantando foi uma fofurinha só! Por falar neles, foram os responsáveis pelos melhores quotes:

J: "Good night, Hillary."  / K: "Good night, Bill."

"Are you kidding me with this guy? It took us four years to get pregnant with Toby. This guy knocks up everything he looks at just like that." - John sobre Angelo.


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About Vanessa Reis

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