White Collar 4x11/12 - Family Busness/Brass Tracks



Sam não é assassino, mas digamos que desonestidade corre no sangue da família.

O episódio de retorno de White Collar foi bem esclarecedor, inclusive para Neal. Seu pai explicou tudo o que aconteceu, começando por como ele foi parar no meio do rolo com a máfia até como seria o plano para sair dessa situação.

Creio que todos já sabíamos como boa parte da coisa seria explicada. Só me choquei com algumas coisas. Primeiro, fui pega de surpresa ao saber que ele tentou roubar dinheiro de uma cena de crime no passado, entrando, assim, no meio da máfia. Depois quando Sam confessou que nem Ellen sabia sua verdadeira identidade (aliás, até o Neal se surpreendeu com essa).

Aí veio o plano pra prender o filho do inimigo de Sam, que, por tabela, virou inimigo também: falsificar uísque para se aproximar e prendê-lo por falsificação de bens. Beleza, vamos por partes. Primeiramente, faço minhas as palavras de Dianna para Caffrey. “Of course your résumé includes whiskey counterfeiting”. E diz aí, tem alguma coisa que Neal não conhece e não sabe falsificar? Segundo que ver Mozzie e Neal bêbados depois de fabricar o uísque foi impagável. Assim como Peter, nenhum de nós imaginava que veríamos Caffrey de ressaca.

Quase morri do coração quando Peter percebeu que o cara ia matar Neal e Mozzie e o reforço do FBI não chegava. Aí Neal jogou uma garrafa do uísque no forno pra parar os bandidos e thank God que nada de ruim aconteceu com eles.

E que loucura essa história dos Flynns trabalharem para a polícia, hein. A ligação do homem misterioso demandando que Sam confessasse o crime de assassinato foi bem creepy. Mais estranho ainda foi a revelação no final do episódio de que o tal homem misterioso mandou matar Flynn Junior.

E como o mandante da bagaça estava à solta e matando à doidado, Peter pediu a Neal que Sam se escondesse novamente, por segurança. Mas o mais doído foi ver Neal chorando e dizendo ao pai que quer que ele faça parte de sua vida. Os dois se abraçando meio sem jeito, e Neal parecendo uma criança, chorando nos braços do pai e o vendo ir embora novamente. :’(


Agora sim a história tá começando a desenrolar o nó do pai de Neal. O homem que matou Flynn Junior e está atrás de Sam é Pratt, um senador que era chefe de polícia na época em que tudo começou. Enquanto Peter, Neal e Dianna se juntavam para conseguirem pegar Pratt, Mozzie tratou de ir atrás do segredo por trás da chave que Ellen deixou para Neal, supervisionado por Jones.

Gostei da encenação na barbearia. E Mozzie falando com o senador sobre asteroides foi hilário. Boa improvisação, Moz. Aí teve Neal se fazendo de arquiteto; Moz tentando passar a perna em Jones, Jones dando uma de espertinho e conseguindo levar a informação ate Peter.

Tudo de boa até que o fdp do senador cortou os freios do carro de Peter e ele sofreu um acidente de deixar qualquer um super preocupado. E em meio a essa preocupação, Elizabeth chegou em Neal pedindo que ele não conte a Peter nada do que ele descobrir sobre o caso. Beleza, eu sei que El teve uma ótima intenção ao pedir isso, mas Neal não queria mentir para Burke. E agora Peter tá achando que Neal tá ficando duas-caras de novo e mentindo pra ele de propósito. Pô, El, não é justo que Caffrey leve a culpa, né.

Aí pegaram o cara que doava dinheiro pra campanha do senador e o cara retaliou usando seus contatos para forçar Hughes a se aposentar. Não ficarei surpresa se Peter for promovido a chefe do departamento de Crimes do Colarinho Branco até o final desta temporada.

E como os episódios de WC tem sempre que acabar com um final surpreendente, o formato da chave é um mapa de prédios arranha-céus de Manhattan que pode levar à provas concretas de que o senador é o mandante de tudo e que Sam é inocente. E lá vem fortes emoções nos próximos episódios.
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