Bones 8x17/8x18 - The Fact in The Fiction / The Survivor in The Soap



Eu nunca gostei muito desse esquema de Brennan ter vários estagiários que aparecem na série em episódios alternados (#sdds Zack). E como se não bastasse, eles trouxeram mais um pra entrar no rodízio.

Ter Brennan falando sempre em linguagem científica, até mesmo explicando uma simples piada, já não anda tão fácil de aturar. Aí me trazem um cara com 464684 mestrados e 8656232 doutorados, só pra instigar ainda mais a coitada. Confesso que o achei engraçadinho em alguns momentos. Quando ele desafia Brennan a responder se preferia ser atropelada por um rolo compressor ou mil ciclomotores, aí a vimos desorientada de vez. Até Booth se surpreendeu de ver que alguém a chamou de “mente fechada” na cara limpa.

Mas quem gostou mesmo do novo estagiário foi Hodgins, que encontrou “seu irmão de outra mãe”. O cara também é doidinho por experimentos loucos, típicos do Jack. Ri muito com os dois tentando fazer o experimento funcionar. Sinto que Cam terá mais dor de cabeça quanto a explosões dentro do lab.

O browmance de Lance e Seeley tá cada vez melhor. Simplesmente adorei as olhadas que Sweets mandou para Booth quando a namorada da vítima falava que era linda demais para qualquer homem. E o apoio que Booth deu a ele quando ele confessou querer voltar no tempo para agradecer a seus pais adotivos foi muito fofo. E por falar em amizade, as safadjeeeenhas da Angela e Cam tavam todas animadinhas por quererem voltar no tempo COM O BIRIMBAU (sim, meus queridos, o ex de Angie, o africano, o grande: Birimbau!! #See waht I did there? Hahaha). O melhor foi a cara de desconfiado do Hodgins ao entrar na sala e ver as duas de segredinho.

Achei muito lindo quando Booth perguntou a Brennan para quando ela voltaria no tempo, se pudesse, e ela diz que voltaria para o agora, já que tudo o que ela quer ou precisa ela já tem. Own… *-*


E depois de um episódio mais descontraído, “The Survivor in The Soap” abordou um tema mais pesado. A tortura de crianças e formação de um exército infantil por membros do exército de Serra Leoa foi pano de fundo desta vez.

Mais uma vez tivemos um episódio focando na ligação pessoal de Arastoo com a vítima do caso. Gosto muito de vê-lo trazendo esse ar mais sério para os casos. Gosto dos casos mais engraçados também, claro, mas os conflitos pessoais que Vaziri tem enfrentado em alguns episódios nesta temporada são muito interessantes. Sua discussão com Hodgins foi impensada e Arastoo estava agindo de maneira errada, mas mostrou o que não víamos com frequência no lab: os cientistas, que mesmo acostumados com a brutalidade humana, se sensibilizarem com uma situação dessa.

Essa situação brutal com a vítima serviu também para fazer com que Arastoo deixasse Cam entrar mais em sua vida. Os dois estavam juntos há um tempo, mas ela também foi pega de surpresa quando ele contou sobre sua vida quando criança. E isso desencadeou a situação de os dois tornarem público seu namoro. O melhor foi Hodgins aplaudindo sozinho e todo mundo no lab sem graça.

E num episódio com um tema tão pesado, tivemos Booth e Brennan conversando sobre os possíveis destinos para uma viagem de férias para descontrair um pouco. Booth dava ideias românticas, como Paris e Espanha, e ela já via todas as possibilidades antropológicas (e nojentas) no lugar. Ainda bem que chegaram num consenso de viajarem para o Golfo da Tailândia, satisfazendo as “diversões” antropológicas dela e o descanso dele na praia.

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