Criminal Minds 8x14 - All That Remains

Nessas horas que eu agradeço por ser filha única, por que vou te contar ...



Com a estréia do nosso amado Thomas Gibson (Aaron Hotchner), tivemos uma trama em que você acha que sabe o culpado desde o começo só pra ser surpreendida e assustada no final. Bruce Morrison (o excelente Ken Olin) liga para a emergência avisando que as filhas dele sumiram do nada - no aniversário de desaparecimento da esposa dele, que também sumiu do nada. Claro que a polícia local acha o cara super suspeito, qualquer um acharia, e o FBI foi chamado para encontrar as meninas e possivelmente respostas sobre a mãe das meninas.

Bruce se diz inocente e até se mostra inocente, de um jeito que tu bate o pé e fala: foi outra pessoa, não foi o pai. Mas claro, as coisas se complicam e descobrimos que ele é alcoolatra e fica violento quando enche a cara, coisas que os vizinhos testemunharam, aí o cara fica encurralado e para piorar a situação, acham um monte de garrafa vazia de bebida e o homem ainda diz que tem apagões. O que acontece quando pega uma coisa que já tá ruim e multiplica por 100? Isso acontece quando acham o corpo da mais nova no rio e a mais velha continua sumida. Da casa direto pra delegacia.

Numa volta de 180°, conhecemos o alter ego do Bruce, Johnny. Sim, além de alcoolatra, ele tem dupla personalidade. Surreal. Johnny é violento e fala o que quer, a parte corajosa do Bruce que nunca vem a tona e admite que dava uns sustos nas meninas porque elas eram ingratas, mimadas que pisavam no pai. Numa grande sacada, a JJ resolve jogar pesado e leva o amante da mãe e coloca frente a frente com o chifrado. E dá certo. Sério, não sei porque tem gente que acha que a JJ não merece tanto destaque assim como agente. Ela pode não ser a mais CDF da turma mas é a mais emotiva e isso ajuda bastante. Sem contar que os psicos parecem se dar bem com ela também, estranho. Mas enfim, ela consegue enrolar o Johnny e ele acaba soltando que tem um lugar abandonado na floresta que ele levou as meninas. Não deu outra, encontraram a irmã mais velha no meio da mata, toda suja e cheia de machucados com uma espingarda na mão se tremendo toda.

Nessa hora que o fato da JJ ser emotiva e atenciosa  - demais até - com as vítimas ajuda a resolver o caso todo que parecia resolvido. Desconfiando da calma da menina, ela começa a ficar de olho. Até porque, perder a irmã mais nova e a mãe e ainda descobrir que o pai supostamente as matou, não é uma coisa que você aceita fácil. E a guria começa a agir como se tivesse perdido um bicho de pelúcia. Ao telefone com a equipe - que estava toda na delegacia - ela começa a falar que quando a irmã mais velha dela faleceu, ela nem em casa conseguia andar direito. E eles chegam a conclusão, depois de olharem o vídeo da menina durante a conversa com o pai, que a menina é uma psicopata e das boas. Ela simplesmente armou tudo: a morte da mãe, culpar o pai e se livrar da irmã mais nova.

Mais uma vez a JJ salva o dia e descobre aonde a menina guardou as evidências da morte da mãe e ainda consegue uma confissão dela. Resumo da ópera louca: Sarah matou a mãe porque ela amava mais a Katie, a irmã mais nova. E matou a irmã mais nova porque desde que ela nasceu, as coisas nunca mais foram a mesma. Ainda bem que sou filha única, credo. E ela ainda tinha um plano de matar a JJ e colocar culpa em estresse pós traumático, dizendo que achou que a JJ fosse atirar nela. CREDO! Bruce de culpado passou a ser vítima e a ser alguém que perdeu tudo.

Honestamente? Até que enfim Criminal Minds pegou no ritmo e não parou mais, eu estava preocupada com isso no começo, que foi meio lento mas depois dos últimos 5 episódios, as coisas estão excelentes - com exceção de alguns. Eu sei que estou um pouco atrasada com a série mas a culpa é da vida e do trabalho.

Começar duas campanhas aqui: #DêMaisDestaquePraJJProdução e #ForaBlake. Sério, a Blake não faz a mínima diferença nessa série, podiam é promover a Garcia a agente de campo que ia dar muito mais assunto, certeza!!!


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