Agents Of Shield 1x10 - The Bridge


Bom episódio, mas tinha potencial para ser ótimo.

A tão esperada midseason finale de Agents Of Shield chegou e, infelizmente, não foi tudo aquilo que eu esperava. Quando terminei de assistir ao episódio, fiquei com a sensação de que fui enrolada durantes trinta e sete minutos para finalmente chegar a parte boa. Também não foram trinta e sete minutos jogados no lixo, já que existiram informações importantes sobre a mitologia da série, mas, ainda assim, foram muito mal aproveitados.

Em The Bridge retomamos o arco central de AoS. Diferentemente do que eu havia cogitado em algumas reviews passadas, quem comanda o Projeto Centopeia e controla as microcâmeras instaladas nos globos oculares das pessoas é o mesmo indivíduo. Não conhecemos seu rosto, mas sabemos que ele atende por Clarividente.

Aliás, destacando os pontos positivos, foi bacana o roteiro ter pegado os diferentes acontecimentos dos episódios passados e juntado-os em The Bridge, fazendo uma básica ligação. Achei acertada também a decisão de buscar uma das primeiras cobaias do Projeto Centopeia e que havia sido o foco do episódio piloto. E aqui vem mais uma grata surpresa. Se no episódio cinco a mulher do vestido florido procurava por algo que estabilizasse o soro do Projeto Centopeia, em The Bridge vimos que a arma feita por Fitz-Simmons e usada por Ward para atingir Mike, também funciona como um estabilizador.

Eu espero que nos próximos episódios resolvam logo o mistério da morte do Coulson e dos pais da Skye. A proposta é boa, mas vai ficar maçante se não for trabalhada logo. Séries como AoS precisam ser rápidas no desenvolvimento.

A construção na relação das personagens é contínua. O caso de May e Ward ainda vai render, principalmente quando os outros integrantes da equipe descobrirem. Volto a dizer, acho que os dois não têm nada a ver. Certamente muito dessa minha estranheza se deve ao fato de May não conseguir demonstrar (ainda) ser uma pessoa carinhosa, o que faz a relação dela com o Ward me soar um pouco robótica. E também continuo achando que o caso é mais um consolo do que qualquer outra coisa. Só peço para que não exista triângulo amoroso.

Ainda falando sobre a May, o que foi ela despejando aquelas ríspidas palavras em cima da Skye? Fiquei com o coração na mão vendo a hacker se desmanchar em lágrimas. May já deixou mais do que claro que não quer ajudar Skye na busca pelos seus pais, mas precisava ser tão bitch como ela foi? A Cavalaria ficou bem perdida depois do “se situa” que o Ward mandou pra ela. Doeu-me ver a Skye toda fragilizada, porque por mais que ela tenha objetivos diferentes dentro da SHIELD, é perceptível que ela está se esforçando e tentando ajudar como pode.

Foi bonito ver o Coulson conversando com o Mike, pedindo pro herói analisar os fatos e ver se ele quer mesmo ficar na SHIELD, já que isso significa ter que abandonar o seu filho e Coulson estava assistindo de camarote (Skye) as dores que o afastamento poderia causar.

Por fim, a grande reviravolta. O acordo entre Reina e Mike na verdade envolvia Coulson, e foi o líder dos agentes que acabou sendo levado pela moça do vestido florido e Poe. Mike foi engolido por uma intensa explosão e não sei se ele conseguirá escapar com vida. Ward fora atingido por um tiro, mas obviamente não morreu e, portanto, não devemos nos preocupar. Parece que finalmente descobriremos sobre “o lugar mágico” e veremos como Coulson sobreviveu. Além desses fatos, o que mais Reina poderia querer com Coulson? Por que ele é a chave para a próxima fase e como é a próxima fase? São respostas que, com sorte, serão respondidas quando Agents retornar do hiatus. Vejo vocês em Janeiro, até lá!


PS: Fitz pessoa mais fofa do mundo com ciúmes da Jemma <3  
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