Criminal Minds 9x09/9x10 - Strange Fruit / The Caller

Esse merece um lugar na lista dos melhores episódios da temporada. Apesar de simples e sem aquelas complicações todas e correrias atrás de suspeitos, o desenvolvimento em si foi sensacional.

Mesmo com a enganada que eles tentaram dar com o filho fujão e estressadinho, desde o começo estava na cara que o pai tinha alguma coisa de estranho. Geralmente nós sempre acompanhamos a equipe em descobrir quem é o assassino e montar o perfil do cara pra, só então, prender alguém. Essa vez eles já tinham o culpado sentadinho na frente deles e só tinham que fazer ele falar. É um tipo de coisa que quase não vemos, o processo de interrogatório. O principal é sempre a caçada e a descoberta, quase nunca a confissão.

Mais uma vez fico impressionada com a atuação do Joe Mantegna (Dave Rossi). Quando o Rossi entrou, eu não fui muito com a cara dele, mas o personagem é aquele que cresce com o tempo. Ele dominou o tempo todo e não deu espaço pra mais ninguém (tanto que o resto da equipe quase não teve destaque). Sem contar que o tema ajudou bastante pra fazer o episódio todo, que tinha praticamente apenas um cenário, ser bem interessante. No final das contas, você meio que começa a sentir pena do homem, depois de ver tudo que ele passou, e pior, saber que aquilo tudo de fato aconteceu com provavelmente mais gente do que imaginamos.

O ruim é: a temporada está meio morninha e já estamos nos aproximando da metade. Espero que comecem a mudar as coisas daqui pra frente, senão fica complicado.

Obs: que caso é esse da JJ e do chefe que me lembra o William Bonner?


Dois episódios excelentes seguidos. Isso é muito bom. Um caso meio típico, já tivemos vários de criança desaparecida mas esse se destacou pela crueldade da parada. Sim, isso significa que eu comecei a chorar que nem uma criança do momento em que encontraram a criança até pelo menos o final.

Pra começar, o telefonema sinistro com a criança te ameaçando é simplesmente assustador. Prefiro receber a ligação do O Chamado do que essa daí, sempre. A partir daí foi a corrida pra tentar achar a criança viva, e de cara acusar o pai de alguma coisa só porque o cara é meio controlador. Nessa hora que fico feliz de ter um excelente ator como o Doug Savant (Melrose Place, Desperate Housewives) interpretando o papel principal do caso. Quando encontraram o menino, mesmo sem mostrarem o corpo dele a reação dele ao ver o filho - apesar de ter sido mostrado por poucos segundos - fez todo mundo chorar... não tente negar.

No geral, foi um caso bem sofrido, triste e a brasileira meia tigela, que nem fala o português direito que ajudou a resolver o caso - é bom não ser o culpado de vez em quando, não? E depois, como sempre, as coisas começaram a brotar no computador da Garcia (que tá meio apagadinha). E o psicopata, que tinha cara de maluco, quase fez o que geral (eu) estávamos querendo: apontou uma arma pra Blake (outra apagada)... só que o Reid, besta, impediu que ele puxasse a porcaria do gatilho. Esperança é a última que morre, e aparentemente, a Blake também.
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About Karina Nascimento

Estudante de Jornalismo, viciada em série, filmes, música e livros. O vício começou em 2000, com Dawson's Creek na Sony e depois disso, só piorou. Completamente órfã de Gilmore Girls e Veronica Mars, no momento acompanha 21 séries e pede para que parem de recomendar séries porque ela precisa de vida própria longe da televisão. (@_kaarii)
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