The Originals 1x11/12 - Aprés Moi, Le Déluge/ Dance Back From the Grave


Uma verdadeira ameaça.

Já se falou muito sobre a pessoa que Klaus realmente temia durante um bom tempo. Mikael, seu pai (ou padastro), era o vampiro caçador de vampiros que fazia nosso querido vilão tremer na base. Mas a gente já conhece a história e sabe que esse tempo já passou e diante disso, quem mais poderia contra um híbrido proveniente de uma família original de vampiros que não pode ser morto? A resposta pra isso acabou de chegar a New Orleans e promete fazer a situação pegar fogo.

Pra inicio de conversa nunca ficou muito esclarecido qual era a verdadeira intenção de introduzirem a personagem Celeste na história. Bom, pelo menos de inicio ela era somente uma antiga paixão de Elijah, mas que não havia mostrado nenhuma intenção de coisa alguma contra a família original. Fica então a dúvida se essas motivações surgiram com o passar do tempo ou se essa vingança vem de algo ocorrido num passado mais distante.

Aprés Moi, Le Déluge veio com o intuito de introduzir uma nova trama dentro da série depois que a guerrinha entre Marcel e Klaus foi, entre muitas aspas, encerrada. Fica nítido que muita coisa envolvendo esse assunto ainda vai acontecer, ainda mais depois de descobrir que a fuga de Klaus de New Orleans foi algo totalmente planejado pelos seus entes mais chegados.

O sacrifício da colheita era algo sempre muito lembrado durante toda a primeira metade da temporada e acabou sendo algo inevitável. O poder que Davina carregava dentro de si era algo grandioso e mais cedo ou mais tarde isso ia acabar trazendo consequências fatais para ela.

As motivações de Sophie estavam totalmente focadas na ressurreição da sobrinha, mas ainda assim eram boas intenções. O que não se sabia eram as verdadeiras intenções de Sabine no meio dessa história. O despertar de Celeste em seu corpo me fez indagar o que poderia estar sendo planejado há longa data, e até mesmo os motivos reais desse sacrifício da colheita, que obviamente não tinham como o objetivo ressuscitar as garotas sacrificadas.

E foi exatamente isso o que aconteceu. Esse poder foi direcionado estrategicamente para os bruxos que tinham o objetivo maior. O tal Papa Tunde de início pareceu ser uma potencial ameaça para Klaus e companhia, mas no final ele foi apenas mais um meio que concedeu a Celeste o poder necessário para conseguir matar um vampiro original, e é agora que a coisa vai ficar mais séria.

Dance Back From the Grave mostrou bastante as raízes da magia afrodescendente e representou bem o que pode ser uma batalha entre bruxas e vampiros. Tudo o que foi desenvolvido em relação a bruxaria foi muito mais impactante e interessante em apenas dois episódios do que foi mostrado numa temporada inteira de American Horror Story – Coven. Os sacrifícios, os rituais, o embate, tudo foi infinitamente melhor e conseguiu fazer a trama se tornar interessante novamente. Os flashbacks foram muito bem utilizados, trazendo junto algumas revelações que podem ser decisivas para o futuro da trama.

O que continua não agradando muito é a participação de Hayley, que ainda não disse a que veio. Ela só está ali pra carregar o filho de Klaus e viver um romance com Elijah, romance que por sinal está no banho Maria há muito tempo, e que apesar de gostar, acho que estão enrolando demais. Já Cami começa a me simpatizar aos poucos e gostaria de vê-la mais envolvida nessa história toda. Pelo menos agora ela está tomando verbena e não pode mais ficar sendo hipnotizada por Klaus a cada cinco minutos. Com certeza já é um bom progresso.
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About Wellington Laurindo

Não vive sem música e tem em sua mente uma trilha para cada momento/ período de sua vida. Na vida de seriemaníaco há uns cinco ou seis anos, mas com um background de seriados clássicos desde sua infância. Está deixando a vida ditar por si própria os caminhos que deve seguir e esperando que isso venha dar certo. (@Wellington_Ign)
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