Chicago Fire 2x15 - Keep Your Mouth Shut

Welcome home, Jones!

Pelo título do episódio percebemos que Rebecca Jones não deixa um rastro de 'boas primeiras impressões' (nem segundas ou terceiras, acrescento). Enquanto Keeler ainda está à solta por Chicago e a polícia não encontra uma prova maior do que aquilo que o mantém intocável, Kelly decide bancar a Emily Thorne enveredar-se pelo caminho da vingança... 

Quem aqui recorda o tempo em que Mills era Candidato? Não gosto de fazer comparações, mas este paralelo pode esclarecer algumas coisas. Ele cometeu alguns erros, sofreu alguns trotes, passou alguns perrengues mas sempre manteve a cabeça baixa, pois sabia de sua posição. Em contraponto, Rebecca usa o fato de ser mulher como uma desculpa sexista para justificar o tratamento de CANDIDATO que vem sofrendo. Sim, ela é arrogante. Sim, ela ignora as regras básicas por conta do 'nome de família' mas, ao mesmo tempo, ela é inteligente e inventiva; criativa quanto ao fazer prático do trabalho. Jones pode vir a ser uma boa bombeira, mas seu comportamento faz com que todos a rejeitem... e tudo por culpa de sua própria postura. Ela precisa entender que, dentro do 51, ela é a base da pirâmide e está lá unicamente com o intuito de aprender; precisa construir uma relação entre professor e aluno, não merecer a antipatia deles...

Ainda sobre Jones, Casey lhe deu um tratamento justo, como um tenente que inicia a mente e o corpo a adaptar-se ao trabalho, colocando uma boa dose de 'trote ao iniciante', claro. Mas ela parece ter saído do livro de fábulas em que mulheres precisam provar que são boas o bastante mas necessitam de tratamento especial (oi?) e descarrega toda sua ira em Dawson sobre coisas que nunca aconteceram. Logo Gabby que sempre foi justa e correta em sua postura! "Se você ficar no meu caminho vamos ter um problema", teremos mesmo, Jones, QUANDO EU PARTIR SUA CARA AO MEIO! Isso desencadeia paralelos pautados no 'SE' e nos faz refletir como seria caso Dawson se candidatasse ao 51 e  sobre todos os interesses comuns a Dawsey postos em conflito. Sei que há muito pra acontecer e todas estas novidades trarão plots interessantes, espero mesmo é que Rebecca aprenda a não ser um pé no saco (ao menos não completamente!)... "Give her a chance," okay, Casey, i'll try. 

Passamos o capítulo inteiro vendo Kelly combinar com o Squad 3 uma maneira de vingar-se de Keeler pelo o ocorrido com Katie. Mas, no fim do 2x15, Vince sumiu e, ao que tudo indica, Severide levará a culpa/ será o principal suspeito do desaparecimento. Acredito piamente que Benny seja o responsável pela vingança pautada em Hamurabi. Sua breve aparição e o histórico de um pai ausente e propenso a 'cometer asneiras' é mais que suficiente pra eu cogitar esta possibilidade; seria a maneira encontrada de 'cuidar da filha' ao 'cuidar do agressor da mesma', uma vez que o relacionamento deles é repleto de desculpas e vazios. 

É bom ver Dawson de volta à ambulância, ainda que ela não se sinta mais, totalmente, em casa. É bom ver o comportamento sólido e 'normal' do Matthew, faz parecer que o 'velho Casey está de volta' e que os problemas dele, enfim, estejam sarando. Mas não quero que Herrmann deixe o 51! A promoção a Tenente vem em alguns meses e acho que não ficam dois tenentes num único caminhão... NÃO QUERO QUE ELE SE VÁ! #FicaHerrmann E um último comentário: a influência da família Jones é tão alta assim que uma ligação da filha pro poderoso papai devolve o sofá do Mouch na surdina? Tenho é medo do que essa Rebecca pode armar a fim de se dar bem no Batalhão. 

Um apelo: Benny, se você pegou o Keeler, apareça! Não deixa Sev sofrer acusações no seu lugar! (não faça igual a White Collar, não fuja deixando a situação do seu filho complicada!)

Melhores Quotes:

Lindsay: I will haul your add in and lock you in the drunk tank if I catch even a whiff if revenge.

Shay: Thinking dark thoughts?
Severide: Nope. Puppies and unicorns.

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