Parenthood 6x07 - These Are the Times We Live In



Um episódio completo.

Parenthood prova semanalmente que sabe nos entreter, e dessa vez não foi diferente. O episódio já inicia com a fofura da Nora andando, e foi nesse momento que percebi como o tempo passou. Lembro que quando a série começou, Nora nem sonhava em nascer.

Eu disse que o episódio foi completo, no sentido de que trouxe tudo que gostamos (exceto alguns personagens), e um mar de emoções. Começo falando de Amber, a emocionada da vez. Preciso admitir que adorei as cenas dela com Max e Nora, foi muito divertido, apesar de tudo dar errado. Mesmo sabendo do problema de Max, me deu muita raiva o ver falando que Amber será uma péssima mãe. Foi de doer o coração.

Sofrendo as mesmas limitações, temos Hank. Outro que nem se importou com o sofrimento da Amber, e eu teria a mesma reação que Sarah ao saber de mais uma insensibilidade do namorado. Entretanto, ele se redime e de uma maneira torta, ajudando Max e se conectando com sua filha e ex. Ruim para Sarah, que sempre ajuda, e acaba jogada de escanteio. Estou achando que teremos Mark de volta no pedaço.  Que vamos combinar, sempre foi o melhor para Sarah.

E o prêmio de pior neto do mundo foi para Drew. Ele sempre teve essa personalidade calada, tímida, mas com a faculdade melhorou um pouco. Só esperava que pudesse ser um pouco mais gentil com Zeek. Um avô um pouco chato, concordo, mas que se esforça. Sorte que ele tem uma namorada com uma cabeça boa, e vimos Drew com uma arma. Ninguém pode dizer que esperava por essa.

Ainda falando de Zeek, o conselheiro da vez. Como mesmo disse Joel, ele costumava intimidar. Hoje em dia, nós sabemos como é Zeek por trás de toda aquela máscara de bravura. Sempre gostei da conexão que os dois têm, e foi muito bom de ver esse diálogo honesto e emocionante.

Deixei para falar de Julia por último, porque depois de Kristina, é a personagem que mais gosto da personalidade e do jeito que é explorada. Julia está parecendo para Joel que realmente quer o divórcio, e até está namorando, mas nós sabemos o quanto essa mulher está sofrendo. Toda aquela sequencia da reunião e do elevador foi maravilhosa. Os olhares, as pausas nas falas, as expressões, tudo. Se no momento em que o elevador se fechou, você não se emocionou, não sei o motivo de assistir essa série.

PS: Aquelas caminhadas de Hank e Max me deixaram louca.


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About Mariana Barbosa

Indecisa por natureza, concurseira por escolha e seriadora por amor. O vício por séries começou com Supernatural e One Tree Hill, e a partir daí, não teve mais volta. Atualmente possui mais de 30 séries na grade, e sempre que o Direito dá uma folga, procura mais uma para acompanhar. Além dos seriados, adora Harry Potter, música e livros. (@_marianabarbosa)
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