The Originals 2x04 - Live and Let Die



Potenciais reviravoltas. 

The Originals nos apresentou essa semana um episódio que, apesar de seus momentos de clímax, a meu ver perdeu um pouco do ritmo existente nos três primeiros. Porém, a trama continua a todo vapor, trazendo mais elementos interessantes para a proposta dessa temporada.

Mesmo sendo um plano bem elaborado, a emboscada para Elijah com todo o lance das crianças me pareceu um pouco de enrolação do roteiro. O papo de que na verdade todos querem proteger os seus é até convincente, mas foi tudo muito do nada. O acordo mantido entre os lobisomens e vampiros foi simplesmente rompido, mas como tudo não passava de uma ordem de Esther, que no final tinha como objetivo apenas aprisionar Elijah num primeiro passo de seu plano, podemos relevar. O que Esther planeja nos dá uma ótima visão para o futuro da temporada e digo até mesmo para o futuro da série. A bruxa original não é qualquer inimigo para ser descartado ao final de um arco. Ela é para TO, assim como Klaus era para TVD, se souberem explorar bem a personagem, não haverá outro oponente ao seu alcance jamais. 

 E digo isso descartando quase que totalmente a figura de Mikael, que já demonstrou ser facilmente manipulado quando o assunto envolve magias e feitiços. Mesmo assim, não tiro sua importância na influência sobre Klaus e suas atitudes e ainda digo que o twist desse episódio foi super importante para dar aquele suspense do que irá acontecer daqui para frente. Com essa fácil derrota de Mikael para logo em seguida vermos ele reagir, mostrando o quanto é resistente a qualquer tipo de arma, só reforça o quanto essa batalha ainda pode render.

O que não me agradou tanto foi a dinâmica de Elijah com a vampira recém-transformada. Não vejo química entre os dois, mesmo que ela só esteja ali para causar uma tensão entre ele e Hayley. Acredito que essa conexão entre os personagens faz toda a diferença no andamento das coisas, mas infelizmente ali isso não existe. O bom é que pelo menos o clima estranho entre ele e a nova hibrida está rendendo algo interessante a ser explorado. Em TO não cabe romance apenas por romance, se não a série corre o risco de se transformar no que se transformou a série mãe. O amor, o ódio, a tensão sexual e a violência precisam fazer parte desse cenário para que tudo dê certo. 

E o mesmo está ocorrendo entre Cami e Klaus. Ela sente algo diferente em relação a ele, mas sabe o quão perigoso pode ser se entregar a uma paixão desse tipo e com isso está preferindo se conter, ainda mais sabendo do histórico de manipulação dos que estão a volta que ele carrega. O lance é que Cami muitas vezes é um peso morto em questão de mitologia da série. Ela ficou dois episódios sem aparecer e não fez nenhuma falta e em minha opinião isso é um problema levando em conta de que ela foi A escolhida a ser o par romântico do protagonista.


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About Wellington Laurindo

Não vive sem música e tem em sua mente uma trilha para cada momento/ período de sua vida. Na vida de seriemaníaco há uns cinco ou seis anos, mas com um background de seriados clássicos desde sua infância. Está deixando a vida ditar por si própria os caminhos que deve seguir e esperando que isso venha dar certo. (@Wellington_Ign)
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