Grey's Anatomy 11x17 - With or Without You

Lembre-se do post-it.

Ontem (27) Grey's Anatomy completou 10 anos de sucesso no ar e nos presenteou com um episódio cheio de nostalgia, uma volta no tempo ao recapitular a trajetória MerDer e, assim, revisitar momentos marcantes da história da nossa equipe médica preferida. Derek estava de volta e as dúvidas sobre a traição/reais motivos de seu retorno pairaram no ar. Shonda trabalhou muito bem o suspense, uma vez que dividiu o foco no casal entre os minutos iniciais e finais, nos matando aos pouquinhos a cada flashback. 

Sou apaixonada por MerDer desde a primeira bebida no Joe's e confesso que me deleitei revisitando momentos marcantes do casal. Explicar tudo o que ocorreu em Washington de forma pausada, contextualizando com tudo o que eles passaram até consolidarem a própria família, foi genial. Derek voltou pra casa a fim de "trabalhar no relacionamento" e Meredith, mais uma vez, canalizou seu 'dark place' no trabalho: não saber era a opção mais sedutora no momento, não saber mantinha chão sob seus pés e não falar implicava que as mudanças não haviam chegado. Assim, Mer e Karev trabalharam juntos com um conturbado paciente e seu problema hepático, uma cirurgia complicada e a maré de sorte chegando ao fim. Enquanto a notícia era dada pra irmã de Danny, todas as perdas da Grey passaram diante dos seus olhos... não contive a minha emoção. A bomba, o tiroteio, o afogamento. Eles eram sobreviventes. O elevador. O post-it. A chegada dos filhos. Eles sempre estiveram juntos, sempre foram um do outro. E a explosão emocional deu-se fora do hospital, no ombro do Alex que, mais uma vez, mostrou-se que é a pessoa da Mer com a saída de Yang. Amo a amizade deles dois e a sintonia conquistada ao longo dos anos; uma amizade amadurecida que reflete no relacionamento de ambos!


E todas as situações levavam aos flashbacks da vida MerDer e de como eles estavam ligados e eram dois sendo um. Infelizmente, houve um beijo do Shepherd com a Renee (bolsista da pesquisa) e, se num primeiro momento ele retribuiu (vocês também perceberam que aqueles olhares eram retribuídos ou foi coisa da minha cabeça?), o sentimento pela esposa falou mais alto. Ele saiu de lá, da situação que o fez perceber que as coisas mais importantes estavam em Seattle e não era a pesquisa ou o emprego ou a reputação como grande neuro, mas a família e os laços invisíveis que ele construiu ao lado da esposa. "I thought D.C. was everything. I was wrong. You… you’re everything. I love you and I’m not going to stop loving you. I can’t live without you. I don’t want to live without you, and I’m going to do everything in my power to prove it." Ela, por sua vez, percebeu que não precisa estar com ele para ser completa, se deu conta da sua capacidade profissional, provou que é melhor do que supunha e, ainda assim, o escolhe a cada fim de dia porque o ama. O casamento pode estar fragilizado, mas essa situação os uniu de uma forma mais forte e verdadeira, os aproximou pra o que é importante: “Just because we can live without something, doesn't mean we have to."


Conhecemos Evelyn, a mãe do Owen, e seu namorado John - jovem e bonito. Qual a primeira coisa que fazemos ao ver um casal assim? "Ele está armando pra ela. Ela está pagando. É uma piada." Mas nós podemos julgar o que se passa dentro de casa pessoa? Podemos sentir e viver pelos outros? Não! E, felizmente, Hunt não demorou muito para perceber isso. Não serei hipócrita, eu agiria exatamente igual ao Owen, mas se Grey's faz uma coisa bem feita é isto: traz de forma sutil coisas comuns do cotidiano para alavancar a reflexão, a discussão sobre assuntos importantes. Foi tão bonito Evelyn contar como eles conheceram-se "e desde então nosso assunto jamais acabou," e a persistência do John na sala de espera mostrou ao "enteado" que sim, o sentimento é recíproco porque amor não é um tipo, ele simplesmente existe sem uma forma definida, sem uma idade estipulada. Em contrapartida, o caso da Jo foi muito engraçado e aquela sanguessuga me apavorou!! Ao menos serviu como alívio cômico!!

PS.: Bailey e Edwards na cena sobre o suborno e/ou a analogia da April sobre o cérebro da moça ser a ceia de natal da sanguessuga: eu morri de rir!!
PS².: Owen e Amelia: por favor, fiquem juntos logo! Preciso de cenas pra shippar direito!
PS³.: Derek estará de volta ao GSMH na próxima semana! Você confere a promo clicando aqui.

Melhores Quotes:

"You want to yell and hit and scream because things are hard at home? You want to be a mess, be a mess. I don't care. I can take it. But in that OR... you are not a mess in that OR. You tried." (Alex)

"There’s this thing I used to do when I was a kid to my mom’s VCR. I’d take it apart piece by piece, then put it back together again. But inevitably, there was always a piece or two left over. Something I didn’t quite know what to do with. So, what do you do with that piece? Do you try to fit it back in? Do you try to make it work? Or do you decide you can live without that missing piece? When we go without certain things long enough, it's easy to forget just how much we need them. We forget what we had once. We forget what it's like to live with a thing, not that we need, but that we want. That's why it's so important for us to remind ourselves, for us to remember, just because we can live without something, it doesn't mean we have to." (Meredith)


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