Arrow 4x11 - A.W.O.L.


Adaptando-se a nova vida.

Estou tentando entender o objetivo dos roteiristas nessa temporada. Não sei vocês, mas estou começando a me irritar com o andar da carruagem dessa 4ª temporada. Não estou gostando da forma como os personagens estão sendo colocados na trama; parece que a série deixou de focar no Oliver Queen para nos mostrar um bando de heróis problemáticos tentando salvar a cidade em que vivem. Não me entendam mal, mas, às vezes, esse método pode funcionar, porém não é isso o que estou vendo no seriado. Parece que a mitologia da série foi deixada de lado e estamos só acompanhando o dia a dia de Oliver e cia por sermos fãs de HQ. Os roteiristas precisam, com urgência, trazerem a essência do Arqueiro Verde das HQs, mesmo que com isso tenhamos que nos despedir de algum personagem querido.

O meu desabafo se dá por conta desse 11º episódio. Eu até que tinha gostado da promo, mas não entendi a necessidade de colocarem uma Felicity com medo de voltar a ativa. Tudo bem que o fato da dark Felicity aparecer como alucinação para a nerd foi algo bacana de se ver, ainda mais quando percebemos o quanto ela evoluiu desde a época em era gótica. Mas a personagem precisava de algum plot mais interessante, ainda mais quando descobrimos que ela não poderá mais andar. Vai ser complicado vê-la indefesa na cadeira de rodas, mas como bem disse Oliver, o super poder dela é o cérebro. E, assim, nossa nerd acabou ganhando um codinome bacana e, para a alegria dos fãs em HQ, descobrimos que alguém já está usando o nome de Oráculo. 


E essa não foi a única referência que vimos no episódio. Quando Oliver citou o fato de ter visto gente encolher (Atom), correr rápido (Flash) e voar (olha o Superman aí, gente), eu quase infartei. É parece que nosso amado super herói deve ter encontrado alguém que voa e de outro planeta e nós não sabíamos disso. Se bem que ele pode ter falado do Fireman ou da Supergirl, mas prefiro acreditar que tenha sido sobre o homem de aço. De qualquer forma, isso tudo só provou que ele não está desistindo de achar uma cura para a sua noiva, mesmo que isso cheira a problemas e mais dramas para os dois. A única coisa positiva é que Felicity voltou para o lugar onde pertencia e tudo isso uniu mais ainda os dois.

Ainda bem que Laurel deixou de ser zzzzzZZZZZZ e se tornou alguém importante. O conselho que ela deu para o Oliver foi digno de um aplauso. Desde que ela começou a usar o uniforme da irmã, ela vem divando no seriado. E nesse episódio ficou claro o quanto ela amadureceu e provou ser digna como Canário. Aliás, a turma inteira mandou bem ajudando Diggle e Lyla na ARGUS. A única coisa ruim foi ver Amanda morrendo. Agora que ela morreu, me pergunto quem poderá substituí-la, já que Amanda é única e perfeita como chefe da ARGUS. Meu medo é colocarem a Lyla no lugar da Amanda e isso estragar o relacionamento dela com Diggle.

Falando nele, que episódio sensacional para resolver as pendências com seu irmão. Não sei vocês, mas não estou 100% certa de que Andy é confiável. Algo me diz que ele vai causar muito dramas para o irmão. Mas pelo menos ele ajudou a salvar a vida da Lyla e mereceu receber uma segunda chance. Só não sei até quando ele vai agir como bonzinho. Sei lá, pode ser que ele seja o responsável pelo tumulo que vimos na season premiere. De qualquer maneira, Diggle merece um pouco de felicidade em sua vida. Pelo menos os flashbacks não foram sobre Oliver Queen, mas sim sobre os irmãos Diggle, algo que funcionou no episódio. Por mais que eu esteja de saco cheio desses flashbacks, eu curti o que vi nesse episódio.
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About Gabriella Siggia

Formada em Direito, eterna estudante, bem humorada, alto astral e alegre, mora em São Paulo. Viciada em músicas, filmes e seriados americanos. Seriemaníaca de carteirinha! Mantém um blog pessoal em : http://gabyscseries.blogspot.com/ (@gabyever)
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