[Crossover Week] Law and Order SVU 17x14 - Nationwide Manhunt / Chicago PD 3x14 - The Song of Gregory Williams Yates


SENSACIONAL!!!!

Eu sempre amei crossover e um dos motivos de amar é ver a genialidade dos roteiristas em colocar duas séries juntas trabalhando num mesmo caso. Dick Wolf é o Rei da NBC, isso não temos dúvidas nenhuma, mas ele conseguiu o impossível: conseguiu criar uma história envolvente ligando os policiais de NY (Law & Order SVU) e os de Chicago (Chicago PD) numa perseguição digna de filmes de ação. Não sei vocês, mas fazia tempo que eu não ficava tensa como fiquei neste brilhante crossover. Por isso, não dá para fazer a review somente de Chicago PD sem mencionar o brilhantismo de Olivia Benson e sua equipe, afinal, o que vimos nesta semana foi uma Força Tarefa arrasando na TV. 

 Law and Order SVU - 17x14 - Nationwide Manhunt 


Lembram de Gregory Yates, o assassino frio e cruel de Nadia? Pois bem, o serial killer veio com tudo neste crossover, mostrando do que é capaz por vingança. Logo que o episódio de Law & Order SVU se iniciou, já imaginava que viria merda, afinal, Olivia foi pedir para Voight que Erin fosse interrogar o assassino. Mas ainda bem que ela fez isto. Sério, Erin divou num seriado que nem era dela e conseguiu nos deixar preocupados com ela. Erin mereceu todo o destaque que recebeu neste crossover, provando ser mais do que uma detetive. Só fiquei triste por não ver Jay lindo, sexy e gostoso acompanhando minha diva em NY, mas tudo bem, entendo que precisavam colocar Antonio e seu cabelo esquisito para provar que ele não é figurante no seriado.

O problema é que Yates é um psicopata calculista. Ele não queria Erin lá, mas sim Amanda. O motivo é simples: ele ganhou uma simpatia pela detetive loira da SVU e sabia que ela iria fazer o que fosse preciso para conseguir informações das garotas desaparecidas. Depois que conseguiu o que queria, Yates atacou e mudou todo o jogo para os detetives de NY e de Chicago: ele conseguiu fugir da prisão com outro serial killer, o médico legista Carl Rudnik. Era óbvio que coisa boa não iria acontecer. Dito e feito. Yates e Rudnik aproveitaram a deixa e colocaram drones na prisão, para despistar todo mundo e fugirem, sem mencionar que uma doida apaixonada por Rudnik levava lasanha recheada com presentes para ajudá-lo na fuga. Qualquer semelhança com o Brasil, é mera coincidência. Sim, não é só no Brasil que os presos recebem comidas recheadas com celulares, facas e dinheiro; nos EUA isto também acontece. 

Se não bastasse tudo isto, Yates ficou vibrado em Erin. O motivo: talvez por ela ser amiga de Nadia ou porque ele é um psicopata. De qualquer forma, eu estava morrendo de medo dele sequestrá-la e fazer sabe lá o que com minha diva. E o Jay nem estaria por perto para protegê-la. Foram momentos bastantes tensos. Ainda mais quando a doida da Erin decide entrar numa floresta, à noite, sozinha para capturar o Yates sem reforço. Eu jurava que iria acontecer alguma coisa com ela. Ainda bem que foi mais um susto. Pelo menos sabemos do que é capaz um psicopata como Yates e a Força Tarefa que se formou na captura dele e de Rudnik conseguiu êxito. Para vocês terem uma ideia, Yates quase matou seu 'parceiro' e foi para Chicago atrás de vingança, obcecado pela Erin e com sede de matança. O que foi bacana de se ver neste episódio, foi os relatos dos telejornais que colocavam a par a população do acontecido. Uma coisa que fez toda a diferença neste crossover.

Chicago PD - 3x14 - The Song of Gregory Williams Yates


Para quem queria (re)ver Voight e Olivia juntos, deve ter adorado este episódio de Chicago PD. Eu não sei vocês, mas shippo os dois sim. Tanto Olivia quanto Voight merecem ser felizes. Com Yates ainda foragido e com Erin ainda recebendo bilhetes assustadores do psicopata, era normal que Voight fosse agir como paizão que faria o impossível para deixar Erin longe de tudo isto, mas sempre perto dele. O problema é que Erin não é nenhuma criança e é uma excelente detetive, o que nos deixou de queixo caído com a forma que ela lidou com tudo isto.

Se não bastasse Yates estar solto matando enfermeiras de um jeito bastante cruel, ele entrou na casa da Erin e roubou o celular da mãe dela. Gente, foi cada coisa bizarra que ainda não consigo entender como existem pessoas más como ele, mas tudo bem, Dick Wolf arrasou nesta história e provou como se faz um digno crossover. Se não bastasse tudo isto, ele grampeou o celular da Erin com a ajuda do policial corrupto do presídio e estava de olho na nossa amada detetive o tempo todo. Tem coisa mais surreal e louca que isto? Para a sorte da Erin (e a nossa), Mouse estava lá pronto para mostrar quem é o verdadeiro hacker. Mas fico me perguntando se a Inteligência não tivesse alguém como Mouse, o que aconteceria com nossos amados detetives? Até porque nem sempre pancadaria e pressão funciona. Fica a dica, Hank Voight. 

A partir de então, entramos na mente do psicopata e fomos descobrir que a ruivinha que ele sequestrou e levou no apartamento da Erin era nada mais e nada menos que sua irmã. Sim, o que Yates queria era se vingar de seus biológicos pais por terem deixado-o na adoção e ficarem com a filha perfeita. Não sei vocês, mas acredito que Yates deve ter assistido muito Revenge na cadeia. Sem mencionar que todas as mulheres que ele matava era parecidas fisicamente com sua mãe. Olha aí como um psicopata surgiu. Este desejo de matar, nada mais era uma forma de raiva (e ódio) que ele criou por sua mãe biológica por ter abandonado-o. 

Tenha um cara te olhe como Jay olhe para Erin!
Desesperados para capturar Yates, a equipe de Voight com Olivia partiram atrás de uma pista sobre o local onde ele poderia estar com o seu pai biológico. Só que Voight decidiu deixar Erin na divisão com medo do que Yates poderia fazer com ela. Ainda bem que ele fez isto, pois só assim para que Erin pudesse descobrir o verdadeiro paradeiro do psicopata e acabasse de uma vez por todas com seus pesadelos. Uma pena que Yates tenha causado tanto e matado muitos inocentes por vingança. Porém, não posso mentir que adorei o destaque que Erin recebeu nos dois episódios, matando o assassino e provando ser mais do que um rosto bonito. Sophia Bush arrasou na interpretação e aquela cena final dela com Mariska Hargitay (Olivia Benson) foi linda e digna de um Emmy. Este crossover já entrou para o meu Top 3 de melhores que eu já assisti. Só espero que não façam nenhuma burrada e venham estragar duas séries excelentes (Law & Order SVU e Chicago PD) com tanto lenga lenga. Sim, eu queria que Burgess e Ruzek se acertassem de uma vez por todas, mas eu espero que haja alguma coisa para que os dois deixem o orgulho de lado e digam que se amam de uma vez por todas. E eu também quero ver Olivia e Voight juntos. Se Platt achou sua alma gêmea em outro seriado, porque isto não pode acontecer com Voight e Olivia?

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About Gabriella Siggia

Formada em Direito, eterna estudante, bem humorada, alto astral e alegre, mora em São Paulo. Viciada em músicas, filmes e seriados americanos. Seriemaníaca de carteirinha! Mantém um blog pessoal em : http://gabyscseries.blogspot.com/ (@gabyever)
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